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sábado, 12 de maio de 2012

SINDICATO DENUNCIA CAOS NA EDUCAÇÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO

Alunos da rede pública Estadual  ainda não reiniciaram aulas em 3 municípios maranhenses.


A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) apresentou nesta quinta-feira, 10, ao promotor de Educação, Paulo Avelar, os problemas gerados pela falta de professores na rede pública estadual de educação. De Norte a Sul do estado, as denúncias vão da falta do início das aulas até trabalhadores que estão dobrando a carga horária para suprir a carência de profissionais.

A menos de dois meses para o final do primeiro semestre deste ano, em escolas de municípios como Presidente Dutra, Carolina e Balsas o ano letivo de 2012 ainda não começou. A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) quer uma solução para resolver o caos instalado na rede pública estadual da educação, com inúmeras escolas fechadas, sem aulas, e outras funcionando com frequência irregular, em consequência da falta de professores.

“Em Carolina, os trabalhadores estão sendo obrigados a ficar 20 horas semanais dentro da sala de aula. Em Balsas, os alunos foram às ruas para exigir professores”, denunciou o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro.

O dirigente sindical avalia que a solução para o caos na rede de ensino é o imediato concurso público e denuncia ainda a forma como o governo do Estado está difundindo a informação de que os responsáveis pelo caos nas escolas são o sindicato, que exige imediato concurso público, e o Ministério Público, que suspendeu a contratação temporária e precária de professores. “O sindicato e a Promotoria de Educação não podem ser responsabilizados pelos problemas na rede estadual de educação”, afirma.

O promotor de Educação, Paulo Avelar, avaliou como positiva a decisão da Justiça que suspendeu o seletivo simplificado da Secretária de Estado de Educação e acrescenta que a medida não pode ser utilizada como responsável pela falta de profissionais. “As aulas na rede estadual se iniciaram com a falta de professores em boa parte das escolas maranhenses”, esclarece.

Diante das denúncias, o promotor de Educação afirmou à direção do Sinproesemma que reunirá na próxima segunda-feira, 14, com o secretário de Educação, João Bringel, para cobrar explicações do governo do Estado.

Fonte: Ascom Sinproesemma

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